6 Livros de Finanças Pessoais que tem (mesmo) de Ler
17 Fev |
Um livro continua a ser uma das melhores formas de despertar a criatividade e adquirir conhecimento. Os livros de finanças pessoais não são exceção! Para mudar a forma de pensar, de agir com o dinheiro e fazer uma gestão acertada das finanças pessoais e contas do dia a dia, há livros que são essenciais e de leitura obrigatória.
Assim o Dinheiro Contado apresenta-lhe 6 livros de finanças pessoais que tem (mesmo) de ler e, quem sabe, irão ajudá-lo a tornar-se no “guru” da gestão das contas lá de casa.
Livros de Finanças Pessoais – Leitura Obrigatória
Contas Poupança
Começamos por uma sugestão nacional. O jornalista da SIC Pedro Andersson lançou este ano o livro cujo nome é homónimo do programa líder de audiências do canal de Carnaxide. Neste livro de finanças pessoais, o jornalista junta vários relatos de inúmeras entrevistas que realizou a dicas práticas e úteis para o dia a dia.
“O seu vencimento nunca chega até ao fim do mês? Não tem dinheiro para férias? Tem dificuldade em pagar os seguros e os impostos? Gostava de poder jantar fora mais vezes ?” Estes são os pontos de partida do livro, que não promete poupanças milagrosas. Na verdade apresenta propostas bem realistas. As poupanças podem atingir mais de 500€ anuais, o que para a grande maioria das famílias portuguesas pode ser uma grande ajuda.
O seu Primeiro Milhão
Continuando por território português, sugerimos o livro de Pedro Queiroga Carrilho, especialista em finanças pessoais e formados na área. O livro lançado em 2008 procura ser um guia de finanças pessoais escrito por um português a pensar nos portugueses. Pedro Queiroga Carrilho procura demonstrar quanto dinheiro ganha por hora, quanto tem que trabalhar para alcançar os seus objetivos e, principalmente, como investir.
O livro é uma resposta prática para os crescentes problemas de falta de dinheiro que assombram milhares de famílias portuguesas, ficando claro porque é um dos livros de finanças pessoais que tem (mesmo) de ler.
Pensar Depressa e Devagar
Daniel Kahneman – autor do livro – venceu o Prémio Nobel da Economia, mesmo sendo um psicólogo. Assim sendo dá para perceber a importância da obra deste autor, que coloca em causa a forma como pensamos acerca do dinheiro e o modelo racional de tomada de decisões.
Para Daniel Kahneman, compreender como as decisões são feitas é meio caminho andado para tomar as decisões certas no âmbito das finanças pessoais.
Pense e Fique Rico
Convenhamos, o título deste livro é bem sugestivo. Quem não gostaria de ficar rico? "Pense e Fique Rico” de Napoleon Hill é um clássico do desenvolvimento pessoal, contendo conselhos sobre praticamente tudo, desde fazer o primeiro milhão até à arte de liderar.
As ideias contidas neste livro, para além de serem efetivas receitas para ganhar dinheiro, ensinam a obter a satisfação espiritual que advém de se atingir os objetivos.
Pai Rico, Pai Pobre
Este é um livro que já vendeu cerca de 26 milhões de cópias e logo é um dos livros de finanças que tem (mesmo) de ler. O livro reflete, em parte, a experiência do autor Robert Kiyosaki e salienta a importância de não trabalhar por trabalhar, mas encarar o processo como uma aprendizagem.
Robert Kiyosaki cresceu com um pai rico a nível educacional, mas pobre a nível financeiro. Já o pai do seu melhor amigo era um milionário que tinha desistido da escola. O autor, que se reformou aos 47 anos, revela assim que ser rico não é passear-se de iate, mas sim conseguir pagar as contas sem preocupações.
A Verdade Nua e Crua sobre Homens, Mulheres e Dinheiro
Provavelmente já viste Kevin O’Leary no programa norte-americano “Shark Tank”. Este ‘tubarão’ fez fortuna em empresas de tecnologia e lançou um livro de finanças pessoais para ajudar todos os que querem fazer crescer a sua fortuna. Partindo de casos simples e bem comuns da vida das pessoas, o empresário dá diversos conselhos.
Por exemplo, segundo Kevin O’Leary, os pais devem criar limites para o pagamento das despesas de adolescentes e jovens adultos. Ou seja, é fundamental fazer com eles tenham que ganhar o seu próprio dinheiro para financiar despesas extras. Assim tornar-se-ão financeiramente independentes.